Svenska B1 – part 4

Esta semana comecei mais um curso de sueco. Mais uma vez consegui ficar com o melhor professor que aquela universidade tem – não preciso de saber mais sobre os outros – este chega. Não estou sozinha nesta preferência: os cursos com ele estão sempre cheios e, neste curso, apenas 2 dos alunos estão a ter aulas com ele pela primeira vez.

Como já se tornou comum nas primeiras aulas, sinto-me um veado assustado quando vejo que os meus colegas falam sueco sem gaguejar nem engolir a língua. O nível subiu consideravelmente, até porque saltei a parte 3, armada em esperta. Vamos ver como me safo.

A verdade é que no que diz respeito à compreensão, noto que estou muito melhor. Mas o vocabulário ainda me falha, embora consiga dar a volta às frases para me fazer entender.

A primeira aula serviu para nos apresentarmos, conversar uns com os outros e descobrir que sabemos muito poucos adjectivos na língua escandinava. Para mim, serviu para descobrir que não é boa ideia ir para uma aula de 2 horas e meia sem silicone no aparelho, já que fiquei com uma bola de sangue pisado na bochecha ao tentar pronunciar a diferença entre o som “i” e “y”.

Vamos lá ver se é desta que começo a falar mais sueco com o sueco cá de casa.


This week,  another Swedish course started. Once again I was able to keep the best teacher that university has – I do not need to know more about others – this is enough. I am not alone in this preference: courses with it are always full and in this course, only 2 of the students are taking classes with him for the first time.

As it has become common in the first class of the courses, I feel like a frightened deer when I see my colleagues speaking Swedish without stuttering or swallowing their tongue. The level went up considerably, more because I skipped part 3, thinking I was smart. Let’s see how I feel.

The truth is that as far as understanding is concerned, I notice that I am much better. But the vocabulary still fails me, although I can turn the sentences around to make myself understood.

The first lesson served to introduce ourselves, to talk to one another, and to discover that we know very few adjectives in the Scandinavian language. For me, it also served to confirm that it wasn’t a good idea to go to a two and a half hour session with no silicone on my braces, since I ended up with a ball of blood on my cheek when I tried to pronounce the difference between the “i” and “y”.

Let’s see if this is when I start to speak more Swedish with the Swede at home.

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