Swedish Summer Sailing

Pois é, estive de férias em Portugal por um mês. Daí o silêncio. Foi maravilhoso aproveitar o clima, receber mimos dos amigos e da família. Engordar de felicidade e de verdade…

Mas estou de volta ao reino da Suécia e, se quiserem acompanhar algumas das maluquices no dia a dia, podem seguir-me no snapchat @copytats.

Pois bem, acabadinha de chegar à Escandinávia, fui até Estocolmo. Era lá que a família sueca estava temporariamente para visitar o irmão do O. Visitámos Drottningholm – a casa de férias da família real – e vimos a seleção qualificar-se para a final do Europeu, com uma vista maravilhosa do pôr-do-sol.


De regresso a Gotemburgo tivemos tempo de organizar um jantar com amigos antes de embarcarmos numa viagem à vela. Fomos com os pais do Oscar no barco deles dar uma volta pelo arquipélago.

Juro que para mim ainda é estranho ver um mar sem ondas, mas essa é a realidade sueca. Os portos são calmos e há imensas ilhas onde parar e dar um mergulho.
Partimos de Hunnebostrand para Fjällbacka onde ficámos uma noite. Depois de um dia a velejar, jantámos numa pizzaria e depois de jantar, eu e o O. subimos a uma montanha rochosa – que foi usada no filme “Ronja Rövardotter” – para ver o pôr-do-sol.


Na manhã seguinte, demos o mergulho da praxe, do barco para a água. E seguimos viagem para Bovallstrand. A temperatura subiu e o O. repetia a cada momento que aquilo era o que eu devia guardar do Verão sueco. Mais uma vez, trepámos a formaçao rochosa da ilha para apreciar a vista. Aproveitei para ligar aos meus pais no skype, para que também eles pudessem apreciar.

Jantámos no barco, enquanto o sol se punha. No dia seguinte voltávamos a casa. Pelo caminho, fomos almoçar com os tios do Oscar que voltaram a mudar-se para a Suécia, depois de alguns anos a viver na Califórnia.

No fim de semana seguinte, recebemos mais um convite para dois dias a velejar. Desta vez, com o irmão do O. e um casal amigo. Partimos no sábado depois de almoço, velejámos até Usholmen – um porto natural, lindo de morrer. Por brincadeira, decidimos tentar pescar o jantar. Dito e feito. O Carl pescou um salmão de 47 cm que foi o suficiente para 5 pessoas. Cozinhámo-lo no forno, acompanhámos com batatas e salada e estava delicioso!


Uma das coisas que mais adoro quando estou no barco é a paz de ver água à minha volta. Sentada na ponta fronteira do barco, de pés pendurados, tudo parece mais equilibrado. Respirar fundo tem outro sentido.

O mau? Aparentemente o meu corpo gosta demasiado da água e adapta-se muito rapidamente. Quando volto a terra, passo muitas horas, às vezes dias com a sensação de movimento ainda presente. Algum truque para ajudar com isto?


 

I was on holiday in Portugal for a month. Hence the silence. It was great to enjoy the weather, seeing friends, family and get happily fat!

But I’m back to the kingdom of Sweden and, if you want, you can follow some of the crazy things, you can follow me on Snapchat: @copytats.

Well, as soon as I got to Scandinavia, I went to Stockholm. My Swedish family was temporarily there to visit the brother of O. We visited Drottningholm – the royal family holiday home – and we saw the Portuguese selection qualifying for the final of the European Cup, with a wonderful view of the setting sun.
Back in Gothenburg, we had time to organize a dinner with friends before embarking on a sailing trip. We went with Oscar’s parents in their boat on a stroll around the archipelago.

To me, it is still strange to see a sea without waves, but that’s the Swedish reality. Ports are quiet and there are plenty of islands where to stop and take a dive.
We left from Hunnebostrand to Fjällbacka where we stayed one night. After a day of sailing, we had dinner in a pizzeria and after dinner, O. and I climbed a rocky mountain – which was used in the movie “Ronja Rövardotter” – to see the sunset.

The next morning, we took the mandatory dive, from the boat into the water. And we traveled to Bovallstrand. The temperature rose, and O. repeated every time that that was what I should keep as a memory from the Swedish summer. Again, we climbed the rocky formation of the island to enjoy the view. I took the opportunity to call my parents on Skype, so that they too could enjoy.

We had dinner on the boat while the sun set. The next day, we returned home. Along the way, we went to lunch with Oscar uncles who returned to move to Sweden after a few years living in California.

At the end of next week, we received another invitation for two days of sailing. This time, with his brother and a couple of friends. We left on Saturday after lunch and sailed to Usholmen – a natural harbor, drop-dead gorgeous. For fun, we decided to try to fish the dinner. No sooner said than done. Carl caught a salmon of 47 cm which was enough for 5 people. We cooked it in the oven, accompanied with potatoes and salad. It was delicious!

One of the things I love the most when I’m on the boat is the peace of seeing only water around me. Sitting on the edge of the boat, feet dangling, everything seems more balanced. Deep breathing has another meaning.

The bad part? Apparently, my body likes too much of the water movement and adapts very quickly. When I return to firm ground, I spend many hours, sometimes days, with  the sense of movement. Some trick to help with sea legs?

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s