Svenska B1

Ontem comecei o meu quarto curso de sueco.

Desta feita escolhi o professor, de quem vos falei aqui. No início achei-o excêntrico, mas rapidamente percebi que em horário pós-laboral, só com uma boa dose de diversão é que se aprende.

Soube bem voltar às aulas. Conhecer pessoas de países inusitados e cidades das quais nunca tinha ouvido falar. Voltei a encontrar duas das minhas ex-colegas e isso também foi giro. Comecei logo a investir no meu sueco, quando perguntei na recepção “Ursäkta, vilket classrum är Svensk Curs B1?”.

Neste nível, já sinto a diferença: todos os alunos são capazes de manter uma conversa em sueco e a exigência sobe um bocadinho. Da minha parte, o que preciso de vencer é a vergonha de arranhar no sueco e deixar o inglês de lado.

Tendo em conta que o professor já conhecia metade da turma, mas havia bastantes alunos novos, ele resolveu misturar novos e antigos em pares. O primeiro exercício foi conduzir uma entrevista em sueco. Depois de nos entrevistarmos mutuamente, tivemos de apresentar o nosso par ao resto da turma. Algumas gargalhadas, muitas histórias interessantes e ficámos a conhecer-nos melhor. Fiquei a saber que a F. não conhecia Beyoncé e encaminhei-a para os hits das Destiny’s Child antes dela tentar gostar das novas músicas da Queen B. Vamos lá ver se gosta! Ela é definitivamente a pessoa certa para estar sentada ao meu lado, tem uma letra perfeitinha e sabe escrever tudo – o que não sabe confirma no telemóvel. Tenho muita sorte em tê-la como colega!

Mais tarde chegou o desafio do desenho. Já não é novo, mas desta vez tivemos de desenhar o nosso par, com a mão não-dominante em 2 minutos. Os resultados foram os esperados: uma selva de cores em caras estranhas! Conseguem reconhecer o meu retrato? Ao discutir os retratos expostos na parede aprendemos mais alguns verbos e palavras, relembrámos factos sobre os nossos colegas e testámos a memória.  Por fim, o professor recapitulou as novas palavras e a grafia das mesmas e combinámos novo encontro na quinta-feira.

A esta aula fui de bicicleta. Atravessei o rio num ferry (o que faz a travessia simples é grátis, mas há outros com várias paragens) e pedalei 5 minutos até à universidade. Na teoria – e com bom tempo – é uma ideia muito gira e a deslocação torna-se num passeio.

Mas… no regresso, apanhei atrasos nos ferrys devido a uma greve e tive de esperar uma boa meia-hora ao frio. Pedalar para casa já de noite gelou-me até aos ossos. Por isso, acho que vou voltar a usar o eléctrico.


Yesterday, I started my fourth Swedish course.

This time, I chose the teacher, the one that I’ve written about here. At the beginning, I found him a bit  eccentric but I quickly realized that having a class after-work is hard, and you’ll only  learn with a good dose of fun.

It felt so good to go back to school. Meeting people from unusual countries and cities which I had never heard. I reencountered two of my former colleagues and that was also fun. I began to invest on my Swedish as soon as I arrived: when I asked at the front desk “Ursäkta, vilket classrum är Svensk Curs B1?”.

At this level, I can already feel the difference: all students are able to maintain a conversation in Swedish and the demand goes up a little. For my part, I need to loose my shame to scratch in Swedish and leave the English aside.

Given that the teacher already knew half the class, but there were plenty of new students, he decided to mix new and old students in pairs. The first exercise was to conduct an interview in Swedish. After interviewing each other, we had to present our pair to the rest of the class. Some laughter, lots of interesting stories and we got to know each other a little more. I found out that F. did not know Beyonce and pointed her towards the hits of Destiny’s Child before she tries to like the new songs of Queen B. Let’s see if she likes it! She is definitely the right person to be sitting next to me, she has the most perfect calligraphy and what she does not know, she confirms on her phone. I’m very lucky to have her as a colleague!

Later came the drawing challenge. It is not new, but this time we had to draw our pair, with our non-dominant hand for 2 minutes. The results were as expected: a color jungle with strange faces! Can you recognize me? When discussing the pictures displayed on the wall, we learned a few verbs and words, we remember facts about our colleagues and we tested our memory. Finally, the teacher recapped the new words and their spelling and we arranged another meeting on Thursday.

This time, I biked to class. I crossed the river on a ferry (the one which makes the simple crossing is free, but there are others with several stops) and cycled 5 minutes to university. In theory – and with good weather – it’s a very cool idea and the ride is joyful.

But … in on my way back, I got a delayed ferry due to a strike and had to wait a good half hour in the cold. Pedaling home at night chilled me to the bone. So I think I’ll go back to using the tram!

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4 thoughts on “Svenska B1

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