USA :: New Orleans

A chuva acompanhou-nos até à cidade do jazz, mas nem por isso as pessoas deixavam de andar na rua. Durante a primeira hora em Nova Orleães fomos abordados e ajudados por 6 pessoas. Simpatia assim já não se fabrica.

No Inn em que ficámos, a encarregada também não poupou esforços e foi sempre muito prestável, com boas dicas para nos dar. Ficámos no Creolle Inn em Dauphine Street.

Largadas as malas fomos jantar ao centro da cidade. Procurámos o Coop’s Place – sugestão da encarregada do Inn – e lá fomos nós numa aventura gastronómica. Um ambiente de bar muito descontraído, onde o empregado de mesa não vos vai deixar pedir nada que não seja típico. Não teve muito trabalho connosco porque já íamos com esse espírito. Eu comi massa jambalaya, um prato creolo típico bastante picante, mas delicioso. Provámos cerveja local e conversámos imenso com um casal de australianos que se sentou ao nosso lado.

Antes de regressarmos ao Inn apoveitámos para ouvir uma das muitas bandas de Jazz. Uma experiência que pode parecer cliché mas que vale mesmo a pena. Por isso, escolham o bar pelo que ouvirem à porta, peçam uma bebida e deixem-se levar pela música.

A manhã do dia seguinte foi reservada aos Jacarés. Como tínhamos alguns cupões (disponíveis em www.neworleansonline.com) escolhemos a que tinha maior desconto – Jean Latiffe – e ligámos. Reserva feita, tomámos o pequeno-almoço e esperámos pelo autocarro que nos levaria aos pântanos.

Não avistámos muitos porque o nível da água tinha subido com a chuva, mas os que vimos eram curiosos e aproximaram-se bastante do barco.

Durante o passeio pudemos pegar num deles, com 5 anos. São criados pelos tratadores até terem idade suficiente para sobreviver na natureza e depois são libertados. O animal era bastante calmo e eu fui das primeiras a querer pegar-lhe e consegui fazê-lo duas vezes.

Da parte da tarde passeámos na Canal Street, fomos buscar almoço ao Mc’Alister, um balcão de fast food dentro do casino, famoso pelo seu chá gelado. Alnoçámos num parque com vista para o rio Mississipi. Curiosamente, nesse parque voltámos a encontrar o casal de australianos.

Antes de regressarmos ao Inn, atravessámos o French Quarter e visitáos o Parque Louis Armstrong. Nessa noite jantámos na Bourbon Street e mais uma vez guardámoa um tempinho para ouvir uma banda ao vivo.

Em geral, a cidade é muito “passeável” e a comida é muito muito boa. As pessoas são muito alegres e simpáticas e é muito fácil sentir que Nova Orleães é uma cidade de artistas.

Next stop: Vegas, baby!

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